O alerta tem de chegar onde já estás a olhar.
Um aviso que aterra numa caixa de correio que abres duas vezes por dia não é um alerta — é um registo histórico com outro nome.
Quem trabalha com sites de clientes já tem um sítio onde olha o dia inteiro, e raramente é a caixa de correio. É um canal do Slack da agência, um servidor de Discord onde a equipa fala o dia todo. O alerta que interessa é o que aparece aí.
A maior parte das ferramentas trata isto como uma funcionalidade de escalão: o email vem no plano base e os webhooks, o Slack e o resto ficam do lado pago, muitas vezes dois escalões acima. É a decisão de produto que nos parece mais difícil de justificar — está a cobrar-se pelo caminho por onde a má notícia chega.
E há o caso das equipas. Um alerta para uma caixa partilhada é lido por toda a gente e tratado por ninguém: a responsabilidade dilui-se exactamente no momento em que precisava de estar concentrada numa pessoa.
// como vai funcionar
O que a De Olho vai fazer com isto.
Está tudo no futuro porque é aí que está: a De Olho abre em 2026. Nada nesta página dá para usar hoje.
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Quatro canais, sem escalão pelo meio
Email, Slack, Discord e webhook. Todos os planos, incluindo o gratuito. Este é um dos compromissos que já estão fechados e não vai mudar com a tabela de preços.
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Um webhook é a saída para tudo o resto
Se o que usas não está na lista, o webhook leva o incidente em JSON para onde quiseres — o teu sistema interno, um automatismo, uma folha de cálculo. É a peça que impede a lista de canais de ser uma prisão.
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Canais diferentes por site
O site do cliente A no canal do cliente A. É a diferença entre uma equipa saber de quem é o problema e três pessoas abrirem o mesmo painel para descobrir.
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A mensagem é para reencaminhar
Escrita para ser lida por quem não é técnico: que site, desde que hora, e o código de estado. Sem obrigar a traduzir nada antes de a passares ao cliente.
// limites
E o que isto não vai fazer.
Dizê-lo agora poupa-te tempo se o que precisas for outra coisa.
- Não vamos ter SMS nem chamadas telefónicas no lançamento. Têm custo por unidade, e o compromisso de não cobrar por canal obrigaria a pôr no preço base uma coisa que quase ninguém usa.
- Não vamos ter aplicação para telemóvel. O Slack e o Discord já têm notificações no telemóvel e funcionam melhor do que qualquer aplicação que nós conseguíssemos fazer.
- Sem escalonamento nem rotação de serviço. Se ninguém responder ao alerta, não há um segundo nível a ser chamado — isso é uma ferramenta de plantão e é outro produto.
// perguntas
O que nos perguntam sobre isto.
Os canais vão mesmo estar todos no plano gratuito?
Sim. É um dos quatro compromissos já fechados, e está na página de preços com essa mesma redacção. O que distingue o plano gratuito é o número de sites e o intervalo, não o caminho por onde o alerta chega.
Dá para mandar o alerta ao cliente directamente?
Vai dar para acrescentar destinatários por site. Se é boa ideia é outra conversa — na maior parte dos casos o cliente prefere receber a tua mensagem depois de já saberes o que se passa.
O que é que vem no webhook?
O site, o estado novo, a hora da mudança, o código HTTP e o tempo de resposta, em JSON. O formato exacto vai ficar documentado antes do lançamento, com uma promessa de não o partir sem aviso.
// a seguir
Isto não funciona sozinho.
Cada uma destas depende das outras — uma verificação rápida sem confirmação é ruído, e um alerta sem histórico não responde a ninguém.
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Confirmação antes do alerta
Uma segunda tentativa antes de disparar. É o que impede o telemóvel de tocar por nada.
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Aviso de certificado a expirar
Trinta dias de antecedência antes de o certificado TLS expirar, em vez de descobrires pelo aviso do browser.
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Relatório por cliente
A disponibilidade do período numa página pronta a enviar, sem percentis nem gráficos com legenda.
Avisamos-te quando abrirmos.
Um email quando o produto estiver pronto, com acesso antecipado e o preço de lançamento. Entretanto, o "Está em baixo, ou és só tu?" já funciona e não pede conta.