Freelancers e devs

Geres os sites que construíste, e a manutenção é tua. Monitorização de sites para freelancers, sem palavreado.

Entregaste uma dúzia de sites nos últimos anos. Nenhum deles é teu, mas quando algum cai o telefone que toca é o teu — e normalmente é o cliente a avisar-te.

A pior parte de um site em baixo não é a falha. É atender o telefone sem saber há quanto tempo dura, sem saber a causa e sem ter nada para dizer além de "vou ver já". Nesse minuto perdes mais crédito do que na falha em si.

E a alternativa habitual — abrir o site de vez em quando para confirmar que está lá — não é monitorização, é ansiedade. Não escala para além de dois ou três clientes e não funciona de todo enquanto dormes.

// o que dói hoje

Onde é que isto costuma correr mal.

  • Descobres depois do cliente

    É a diferença entre "reparámos e já está resolvido" e "obrigado por avisar". A segunda frase custa a relação, mesmo quando a falha não foi tua.

  • Não tens equipa de turno

    Um site que cai às três da manhã fica em baixo até de manhã. Não há forma de evitar isso sem alguém, ou alguma coisa, a olhar.

  • Cada cliente está num alojamento diferente

    Montar monitorização própria em cada um é trabalho que não facturas e que depois tens de manter.

// o que muda

Monitorização de sites para freelancers, na prática.

O produto abre em 2026, por isso o que se segue está escrito no futuro. A ferramenta gratuita, essa, já funciona hoje.

  • Sabes da falha antes do cliente, e podes ser tu a escrever primeiro.
  • O aviso de recuperação diz a duração exacta — respondes com um facto, não com uma desculpa.
  • O certificado a expirar é avisado com trinta dias de antecedência.
  • Nada para instalar em cada site: colas o endereço e acabou.

// limites

O que isto não vai fazer por ti.

Vale mais dizer agora do que depois de te inscreveres.

  • Não é observabilidade. Sem APM, sem logs, sem traces. Se o que precisas é perceber porque é que um pedido demorou três segundos, é outro produto e outra equipa — as features dizem exactamente onde paramos.
  • Não adivinha a causa. Dizemos-te que caiu, a que horas caiu e o que o servidor respondeu. O porquê continua a ser trabalho teu.
  • Verifica de um sítio só. Enquanto houver um servidor, verificamos de Portugal e dizemos isso, em vez de prometer pontos de observação pelo mundo fora.
  • Ainda não tem preço fechado. O que já está decidido está em preços, e o que não está não vamos inventar. Se estás a comparar hoje, as alternativas têm os números de cada uma.

// perguntas

O que nos perguntam sobre este caso.

Preciso de acesso ao servidor do cliente?

Não. Só do endereço público. A verificação é feita de fora, como um visitante — e é por isso que não precisas de pedir credenciais a ninguém.

Serve para sites que não fui eu a construir?

Serve. Não depende da tecnologia do site: se responde por HTTP, dá para vigiar.

Posso avisar o cliente automaticamente?

A intenção é sim, com webhook ou email para um endereço à escolha por site. Mas na maior parte dos casos vais querer ser tu a escrever — o aviso automático chega-te primeiro, e essa ordem é o ponto todo.

Há plano gratuito?

Vai haver, com um site e verificação de cinco em cinco minutos. Chega para testar o serviço a sério antes de decidires alguma coisa.

Avisamos-te quando abrirmos.

Um email quando estiver pronta, com acesso antecipado e o preço de lançamento. Entretanto, o "Está em baixo, ou és só tu?" já funciona e não pede conta.