Histórico que não expira

No lançamento

A pergunta é sempre sobre Março.

Toda a gente corta o histórico ao fim de trinta dias ou de três meses. É exactamente a parte de que precisas no dia em que alguém pergunta o que aconteceu.

Guardar trinta dias e apagar o resto é a norma da indústria e nunca percebemos porquê. Uma verificação por minuto durante um ano são uns quantos megabytes por site — é dos dados mais baratos que se podem guardar em software.

A retenção curta não existe por causa do custo. Existe porque é uma boa linha de tabela: três meses no gratuito, doze no intermédio, vinte e quatro no caro. Vende-se o mesmo dado três vezes, e obriga-te a exportar tudo todos os meses para não o perderes.

E o registo que interessa é sempre o antigo. Ninguém pergunta o que aconteceu na semana passada — isso ainda está na cabeça de toda a gente. Perguntam pelo trimestre, pelo ano, pela altura da renovação da avença.

// como vai funcionar

O que a De Olho vai fazer com isto.

Está tudo no futuro porque é aí que está: a De Olho abre em 2026. Nada nesta página dá para usar hoje.

  • Desde o primeiro dia de vigilância

    Uptime, tempo de resposta e cada incidente com hora de início e de fim. Enquanto a subscrição durar, nada disto é apagado — não há escalão de retenção porque não há retenção a vender.

  • Cada incidente é um registo, não uma linha de log

    Quando começou, quando acabou, quanto durou e qual foi o código de estado durante a falha. É a forma de responder a uma pergunta sem ter de reconstruir a história a partir de mil verificações.

  • A latência ao longo do tempo

    Uma degradação lenta não gera nenhum alerta e é a coisa mais útil que um histórico longo mostra: o gráfico que sobe aos poucos desde que o cliente instalou aquele plugin.

  • Exportável, sem depender de nós

    Os dados são teus e vais poder tirá-los de lá. Uma promessa de histórico eterno que só existe dentro do nosso painel valeria metade.

// limites

E o que isto não vai fazer.

Dizê-lo agora poupa-te tempo se o que precisas for outra coisa.

  • O histórico começa no dia em que puseres o site a ser vigiado. Não conseguimos importar nem inventar o que aconteceu antes disso.
  • Se cancelares a subscrição, os dados não ficam guardados para sempre à nossa custa. Vai haver um período para exportares e depois são apagados — e isso ficará dito com um número concreto antes do lançamento.
  • Não guardamos o conteúdo das páginas. O histórico é de códigos de estado e tempos de resposta; o que o site mostrava naquele minuto não fica registado.

// perguntas

O que nos perguntam sobre isto.

Isto não vos vai sair caro em armazenamento?

Não. Uma verificação por minuto durante um ano são poucos megabytes por site, e agregar as verificações antigas por hora reduz ainda mais sem perder a informação que interessa. O custo nunca foi a razão para apagar.

E no plano gratuito?

Trinta dias. O plano gratuito tem de ter um limite algures e este parece-nos o mais honesto: está dito à cabeça, na página de preços, e não escondido numa nota.

Dá para ver o histórico antes de decidir?

Ainda não dá para ver nada — a De Olho abre em 2026. O painel que está na página inicial é um exemplo ilustrativo e diz isso por baixo.

Avisamos-te quando abrirmos.

Um email quando o produto estiver pronto, com acesso antecipado e o preço de lançamento. Entretanto, o "Está em baixo, ou és só tu?" já funciona e não pede conta.