O site é mantido por quem tem outra coisa para fazer. Monitorização de sites para associações, sem palavreado.
Numa associação, o site foi feito por um voluntário que entretanto mudou de vida. Continua no ar por inércia, e ninguém sabe bem por quanto tempo.
O padrão repete-se: alguém montou o site há uns anos, o alojamento é pago por débito directo de uma conta que poucos consultam, e o conhecimento sobre como aquilo funciona saiu com a pessoa que o construiu. Funciona até deixar de funcionar.
E quando deixa, o impacto é desproporcionado ao tamanho da organização. É o site que tem os horários, a morada, o formulário de inscrição nas actividades e, muitas vezes, a página de donativos. Ficar em baixo durante uma campanha de angariação é perder dinheiro que não havia de sobra.
// o que dói hoje
Onde é que isto costuma correr mal.
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Não há orçamento para ferramentas
Qualquer subscrição mensal compete directamente com a actividade. A maior parte das soluções profissionais está simplesmente fora de questão.
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O conhecimento saiu com quem fez o site
Ninguém sabe onde está alojado nem quem renova o domínio. A primeira coisa a descobrir numa falha é a quem perguntar.
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As campanhas são datadas
Uma angariação ou uma inscrição em actividades tem janela curta. Uma falha nesse período não se recupera depois.
// o que muda
Monitorização de sites para associações, na prática.
O produto abre em 2026, por isso o que se segue está escrito no futuro. A ferramenta gratuita, essa, já funciona hoje.
- O plano gratuito cobre um site com verificação de cinco em cinco minutos e alertas por email, sem pedir cartão.
- A ferramenta "Está em baixo, ou és só tu?" responde à dúvida do momento sem sequer criar conta.
- Aviso de certificado a expirar, que evita a falha mais comum em sites pouco mexidos.
- Alertas para vários emails, para o conhecimento não voltar a ficar numa só pessoa.
// limites
O que isto não vai fazer por ti.
Vale mais dizer agora do que depois de te inscreveres.
- Não é observabilidade. Sem APM, sem logs, sem traces. Se o que precisas é perceber porque é que um pedido demorou três segundos, é outro produto e outra equipa — as features dizem exactamente onde paramos.
- Não adivinha a causa. Dizemos-te que caiu, a que horas caiu e o que o servidor respondeu. O porquê continua a ser trabalho teu.
- Verifica de um sítio só. Enquanto houver um servidor, verificamos de Portugal e dizemos isso, em vez de prometer pontos de observação pelo mundo fora.
- Ainda não tem preço fechado. O que já está decidido está em preços, e o que não está não vamos inventar. Se estás a comparar hoje, as alternativas têm os números de cada uma.
// perguntas
O que nos perguntam sobre este caso.
O plano gratuito chega para uma associação?
Para um site, chega. A diferença para o plano pago está na frequência de verificação, no número de sites e no histórico — e nenhuma dessas é crítica para quem tem uma página institucional.
Vão pedir cartão de crédito?
Não. O plano gratuito não pede dados de pagamento, nem para "verificar a identidade".
Precisamos de saber onde o site está alojado?
Não. Basta o endereço público, o mesmo que se escreve no browser.
Podem receber os alertas várias pessoas da direcção?
Sim, e é bastante recomendável — é a forma mais simples de o conhecimento não voltar a depender de uma única pessoa.
// casos próximos
Se calhar também te encaixas aqui.
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PMEs
Numa PME o site foi feito por alguém de fora, está alojado algures e ninguém dentro da empresa olha para ele todos os dias. Até deixar de funcionar.
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Escolas e formação
Numa escola ou centro de formação, o tráfego não é constante: é plano durante meses e depois dispara num único dia previsível.
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Advogados e contabilistas
Um aviso de segurança em ecrã inteiro no site de um advogado ou de um contabilista diz ao cliente exactamente aquilo que não queres que ele pense.
Avisamos-te quando abrirmos.
Um email quando estiver pronta, com acesso antecipado e o preço de lançamento. Entretanto, o "Está em baixo, ou és só tu?" já funciona e não pede conta.