// soluções
Monitorização de sites, pelo teu lado da mesa.
A monitorização de sites é a mesma verificação técnica em qualquer caso — um pedido HTTP, um código de estado, um tempo de resposta. O que muda por completo é o que acontece a seguir: quem recebe o telefonema, o que essa pessoa tem de dizer, e quanto custa cada minuto de silêncio. Há uma página por segmento, escrita a partir desse problema e não do nosso.
Os doze setores dividem-se em dois grupos, e a divisão não é cosmética. Quem gere sites de clientes compra monitorização para não ser o último a saber — o valor está em chegar à falha antes do telefonema e em conseguir provar depois o que aconteceu. Quem tem um negócio próprio online compra por outra razão: o site em baixo é receita perdida por hora, e a pergunta não é "como explico isto" mas "quanto tempo estive assim sem dar por nada".
As duas coisas exigem a mesma ferramenta e um discurso diferente. Se não te reveres em nenhuma das doze, o problema é provavelmente o mesmo na mesma — a lista está organizada por como as pessoas se descrevem, e não por como o produto funciona.
// quem gere sites de outros
Trabalhas com sites que não são teus.
O problema não é a falha — é seres tu a responder por ela a alguém que te paga. Estas quatro páginas partem daí.
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Agências
Monitorização de sites para agências: a carteira toda numa vista só, alertas no Slack da equipa e relatórios mensais prontos a anexar à avença.
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Freelancers e devs
Monitorização de sites para freelancers: geres o que construíste e o telefone que toca é o teu. Verificação ao minuto, sem agente para instalar.
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PMEs
Monitorização de sites para PMEs: a empresa não tem informático e o site é a montra. Sabe que caiu ao minuto, não quando um cliente telefona.
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WordPress
Monitorização de sites para WordPress: um plugin actualiza-se de madrugada e leva o site com ele. O erro 500 conta como falha, com a hora exacta.
// por tipo de negócio
O site é teu, e é dele que vive o negócio.
Aqui o custo de estar em baixo é directo e mede-se em encomendas, marcações ou chamadas que não entram. Oito páginas, uma por setor.
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Lojas online
Monitorização de sites para lojas online: o checkout pode estar em baixo com a montra a responder na perfeição. Verificação ao minuto, com latência.
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Clínicas e consultórios
Monitorização de sites para clínicas: marcações que não podem falhar em hora de expediente. Verificação ao minuto do site e da página de marcações.
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Restauração e hotelaria
Monitorização de sites para restauração: reservas e menus por QR code que não podem falhar ao sábado à noite. Alertas no telemóvel, longe da secretária.
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Imobiliárias
Monitorização de sites para imobiliárias: portais com milhares de anúncios e uma pesquisa que fica lenta antes de cair. Vigia as páginas que dão contactos.
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SaaS e startups
Monitorização de sites para SaaS: os teus clientes são técnicos e o SLA está no contrato. Vigia a aplicação e os endpoints, com histórico que prova.
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Advogados e contabilistas
Monitorização de sites para advogados: sites onde a credibilidade é o produto. Aviso de certificado a expirar, sem tocar em áreas reservadas.
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Escolas e formação
Monitorização de sites para escolas: inscrições com picos sazonais e e-learning que não pode falhar em exames. Histórico para preparares o pico seguinte.
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Associações e IPSS
Monitorização de sites para associações: sites mantidos por voluntários, com orçamento curto. O plano gratuito cobre o essencial, sem cartão e sem prazo.
// o que é igual em todos
A monitorização de sites não muda de setor para setor.
O que a De Olho vai fazer é o mesmo nas doze páginas: verificar o site a cada minuto a partir de um servidor em Portugal, confirmar a falha com um segundo pedido antes de avisar seja quem for, mandar o aviso para onde já estás a olhar, e guardar o histórico sem o apagar ao fim de trinta dias. Está tudo descrito, feature a feature, em funcionalidades.
O que muda de setor para setor é o exemplo, o vocabulário e o momento em que a falha dói mais — uma loja online à hora de almoço, uma clínica na segunda-feira de manhã, uma escola na semana das matrículas. Se preferires ler pelo problema em vez de pelo setor, os recursos agrupam os guias por tema, e o glossário explica os termos sem palavreado.
E há uma parte que já dá para usar hoje, seja qual for o teu caso: o Está em baixo, ou és só tu? verifica um site à ordem, sem conta e sem custo. É a mesma verificação do produto — o que falta é ela repetir-se sozinha.
Não te revês em nenhum?
Escreve-nos. Nesta fase, um caso concreto e detalhado vale mais para nós do que qualquer estimativa que possamos fazer sozinhos. Ou entra na lista de espera e sabes quando abrirmos.